Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 13/01/2021

Como na série da Netflix, ’’ Por dentro das piores prisões mais severas do mundo’’ e retratado o cenário devastador das unidades prisionais brasileiras, em que os presos saem mais perigosos e revoltado do que quando entraram. Este cenário retratado no Documentário apresentado e um desafio sistema prisional a nível nacional, com a falta de investimentos em infraestrutura, reabilitação, é negligencia governamental.

Em primeira análise, devesse citar a situação deplorável em que os detentos vivem nas unidades prisionais, que contraria todos os principios da, DUDH, Declaração Universal dos Direitos Humanos, em que os presos sofrem com a superlotação das celas, problemas de higiene e violência tanto dos companheiros como dos guardas, assim privados da chance de ‘‘pagarem’’ por seus crimes, pois a situação onde se encontram contraria qualquer condição de redenção, salvação destas pessoas.

Nesse contexto, podemos citar a negligencia do Estado no processo de reabilitação dos presos, com falta de investimento em infraestrutura, para que os presos tenham acesso a formas de mudar de vida, tanto dentro quanto fora da prisão. Pois infelizmente a mentalidade brasileira está focada em que: os detentos que estão ali aprisionados têm de pagar pelos seus crimes com sofrimento, e não com o pensamento em reabilitar aquela pessoas para convívio social, quando pagarem suas penas. Desta forma entendesse o motivo do sistema prisional brasileiro ser tão falho, e ser uma ’’ escola ’’ de criar bandido ainda mais perigosos quando soltos.

Portanto, para que seja possível a reabilitação e redenção dos presos, e necessário que o Estado brasileiro faça como foi feito em Belize, no Uruguai, com um investimento em infraestrutura prisional, e no sistema de reabilitação, com oficinas de mecânica, serralheria, solda, costura, criação de hortas, entre outros. Assim fazendo com que os presos passem seu tempo ocupados, melhorando seu convívio social, aprendendo uma profissão para quando saírem em liberdade, além de reduzirem suas penas de maneira significativas e gerarem renda.