Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 08/07/2017
Visão Newtoniana
No contexto social vigente, é notória a problemática do país tangente aos cárceres. Nesse viés, associando ao ideário Marxiano que a economia é à base da sociedade, os problemas de infraestrutura e educacional apresentam-se como catalisador para a crise instalada no Brasil e somente politica estatais reverterão esse cenário.
A priori, é importante elencar que a morosidade da justiça, suscita na superlotação. Segundo o CNJ , Conselho Nacional da Justiça, em um mutirão realizado no ano de 2009, quarenta e cinco mil presos foram libertos, pois já haviam cumprido a pena, todavia á uma falta de defensores públicos para dar andamentos aos casos .Ainda o CNJ estima que 30% da população carcerária sejam de medidas preventivas .Somando-se a isso o determinismo Lamarckiano , que o homem é moldado pelo ambiente inserido ,esse indivíduos estão exposto a facções criminosas do crime organizado ,e assim poderão sair pessoas mais perigosas do que entraram , gerando um ciclo vicioso retomada ao crime .
Deve se abordar, ainda, que a educação é imprescindível para a não inserção no mundo do crime. Segundo o filosofo Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele, assim sendo, e tendo em vista que as populações de baixa renda são as mais vitimadas e sujeitas às infrações, por questões econômicas e educacionais, os projetos sociais como esportes, apresentam-se de forma benéfica e evita a propagação da criminalidade nessa fatia demográfica.
Portanto, mediantes os fatos supracitados, é visível a crise no sistema carcerário. Logo, é mister que o CNJ , realize mutirões carcerários com o intuito de dar celeridade aos casos do sistema prisional. É necessário também, que o Ministério da Educação disponibilize escolas aos finais de semana para projetos sociais, afim proteger crianças e adolescentes da criminalidade. Afinal, conforme a visão Newtoniana para que algo seja parado, é preciso que atue uma força superior e exterior.