Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
Na série estadunidense “The 100”, a personagem principal, Clark Griffen, é uma prisioneira que foi mandada para terra com outros 99 detentos em busca de combater a superpopulação e o esgotamento de recursos da estação espacial onde morava. Em consonância com a realidade de Clark, está a de muitos brasileiros que são sobrepostos em presídios superlotados e sem recursos para todos, tornando cada dia uma luta pela sobrevivência. Em suma, a supersaturação do sistema carcerário brasileiro é ocasionada pela falta de investimento no setor acadêmico aliado a pouca visibilidade midiática vinculada a esse problema social.
Diante do exposto, é notório que a educação é o principal fator no desenvolvimento do país. Hodiernamente, ocupando a décima posição na economia mundia, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Entretanto, a realidade é justamente o oposto, e o resultado disso é claramente refletido no aumento da população carcerária brasileira que, segundo o site “Infopen”, é a terceira maior do mundo; uma vez que, diolagando com o site “G1”, a educação é ultilizada como um escudo para evitar a criminalidade do país, tendo em vista que apresentam padrões inversamente proporcionais. Ou seja, medidas devem ser tomadas para a implementação da escolariedade no sistema brasileiro antes que a sociedade torne-se cada vez mais defada.
Concomitantemente, é válido ressaltar que, conforme o filósofo Immanuel Kant, o princípio da ética é agir de forma com que essa ação possa ser uma prática universal. De maneira análoga, é visível que a publicidade midiática digital é a principal fonte de informação da atual “Era da Tecnologia”. Entretanto, contrapondo a lógica racional, a mídia torna-se cada vez mais sensacionalista, isso é, divergem de assuntos de impacto social- como o uso da escolaridade para reduzir a criminalidade e, consequentemente, a superlotação no sistema carcerário que, de acordo com o site “correioparaiba”, chega a 116% a mais da capacidade total- para tratar de assuntos não emergenciais, indo contra a “Ética Kantiana”, visto que a informação não é distribuída de forma igualitária.
Diante da situação, cabe ao âmbito governamental investir no setor acadêmico, por conseguinte, promovendo a escolarização e desbalanceando positivamente a proporcionalidade entre educação e criminalidade. Outrossim, outra forma é sensibilizar especialistas da área, como policiais, para que se engaje e participe de intrevistas para a imprensa digital, por meio da internet, vizando concientizar a população sobre o impacto da escola do desenvolvimento social e em como ela é necessária para o bloqueio da criminalidade no país. Portanto, podemos nos distanciar da realidade proposta em “The 100”