Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
Muito se tem tratado recentemente que o Brasil está entre os cincos países com maior população e que o sistema prisional brasileiro está saturado com unidades super lotadas, ademais são mais de 700 mil em presídios ou em prisão domiciliar. Nesse sentido percebe-se a configuração de um grave problema ocasionando a falta de estrutura com o determinismo e as condições higiênicas. Primeiramente, a má infraestrutura na maioria das cadeias faz com que os presos firmem a sua luta diária pela sobrevivência. Mesmo que vivam em ambientes fechados a falta de investimentos nos compartilhamentos prisionais gera-se grandes conflitos contudo a falta de condições básicas que consistem em escassez de recursos médicos e educacionais, sendo pois uma obrigação estabelecida que não é cumprida é o abatimentos dos aprisionados levando-os a situações inconstantes. A jornalista Nana Queiroz em seu livro ‘‘presos que mestruam’’ retrata as condições que mulheres presas que vivenciam em brutos cénarios ao serem tratadas como homens nas prisões brasileiras, entre os gêneros, sendo assim, excluídos de cuidados íntimos com a falta de absorventes e acompanhamentos ginecológicos. Esses aspectos revelam a falta de políticas públicas que prezem pela saúde feminina. Portanto, a maneia que os indivíduos são tratados no cárcere fere os direitos humanos e, por isso, a solictação de mudanças fazem-se urgentes. O governo deve investir na extensão de cadeias para evitar lotações. Alem disso, atividades educacionais e pedagógicas intermediadas que darão aos detentos a oportunidade de reinserção social. O acesso a saúde pública é um direito universal, logo, são imprescindíveis euipes médicas para a fiscalização do suporte em relação a saúde feminina. Asim garantindo condições aos detentos.