Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
No Golpe Militar de 1964, práticas hediondas como tortura foram infligidas nos prisioneiros, fato que gera revolta e empatia até os dias atuais. Entretanto, apesar do fim da ditadura, a realidade dos presos ainda é proxima da tortura, pois a superlotação dos presídios e desumanização deles tanto pela sociedade quanto pelo governo, tornam o carcerie brasileiro extremamente precário. Desse modo, é necessário ter empatia e vontade para um sistema carcerário funcional.
Sob tal ótica, é necessário ter em conta que a superlotação carcerária é um dos principais fatores falhos no sistema presidiário brasileiro. Tendo a terceira maior população presa do mundo, o Brasil apresenta sérios problemas relacionados a esse fato. Assim como a falta de espaço, com celas com o limites extrapolados, deixando esses privados de liberdade amontoados e com direitos básicos ignorados. Essa notória desumanização e infração dos direitos dos encarcerados precisa ser combatida.
Outrossim, são várias as adversidades no sistema carcerário brasileiro, mas um grande agravante dessa situação é a visão social deturbada que se tem do preso. Apesar do objetivo por lei da prisão seja a ressocialização, pouquissíma parcela de encarcerados consegue afentivamente, muitos voltando a vida criminal ao sair do presídio e muitos nem tem a chance de sair, pela alta mortalidade e violencia nesse ambiente. Visto que a população ignora e repudia essas pessoas, com uma ideia equivocada do proposito carcerário. Nesse sentido é necessário educar a população.
Em suma, é notório o quão falho o sistema carcérario brasileiro se tornou, e é imprescindível soluciona-lo para uma sociedade melhor. Por isso, apesar de existirem leis relativas aos direitos dos presos, é necessário efetivamente garanti-lós, e para tanto reformas em nome do governo judiciário devem ser feitas em presidíos que atendam esses direitos, com celas maiores e recursos ressocializadores. Assim, programas sociais do Governo Federal devem garantir um lugar na sociedade para essas pessoas, para acabar com o estigma social, e gerar empatia.