Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

A discussão sobre o sistema carcerário brasileiro tem sido relevante nos últimos anos. Nesse sentido, dois aspectos destacam-se: as situações precárias de vida nos presídios e a incerteza em contratar um ex detento. Com isso, os órgãos públicos devem importar soluções para essa problemática.

Inicialmente, na Idade média, do século V ao XV, os métodos de punições eram os castigos corporais e a pena de morte. O cárcere em que aguardavam o veredito de suas punições, encontrava-se em hipóteses degradantes, por exemplo, instalações úmidas as quais poderiam atrair animais peçonhentos, coliformes fecais no chão da cela e falta de uma digna alimentação. Hoje, no Brasil, o indivíduo presidiário sofre com as instalações carcerárias, pois não há uma devida estrutura e revitalização, tais como, manutenção hidráulica, refeições gratuitas e higienização das celas para melhor vivência do presidiário. A escassez dessas melhorias afetam diretamente o convívio e saúde do preso.

Ademais, o ingresso ao mercado de trabalho por um ex detento, mostra - se como um obstáculo. Sob tal ótica, uma série norte americana da década de 90 ’’ Um maluco no pedaço “, retrata a vivência de um juiz e as alegações de um ex presidiário sobre as dificuldades de se conseguir um emprego e com isso, empecilhos para a ressocialização integral Fora da ficção, a realidade do indivíduo pós prisão tende a ser dificultosa, pois há a incerteza da carteira assinada, já que a maioria não possui escolaridade completa ou formação técnica em uma profissão.

Logo, a ressocialização dos detentos deve ser garantida. Portanto, os órgãos públicos, por meio de investimentos administrativos, devem investir na manutenção e infraestrutura das penitenciárias brasileiras, averiguando o bem-estar do indivíduo encarcerado. Além disso, os chefes de estado podem realizar palestras gratuitas, mediante a presença de psicólogos e ex detentos, um fim de desmentir os mitos impostos na sociedade em relação a uma contratação de um antigo carcerário. Assim, a sociedade crescerá de forma mais homogênea.