Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. A frase do líder político Nelson Mandela faz alusão à importância que deve ser dada a um trabalho pedagógico com compromisso e dedicação. Nessa perspectiva, o problema do sistema carcerário brasileiro encontra-se justamente no eixo educacional, em consonância com um governo inexato.
Ademais, a falha no cuidado ao sistema carcerário no Brasil tem origem principalmente no setor administrativo, uma vez que uma parcela significativa dos presos não tem seu julgamento, isso colabora para a formação de rebeliões e quadrilhas. Certamente, nesse cenário lastimável pessoas inocentes ou que cometeram delitos leves, são colocados com indivíduos de alta periculosidade. Outrossim, tentar ressocializar um detento apenas à base do cumprimento de uma determinada pena não é o melhor caminho, é necessário educá-los, com o intuido de tornar um processo mais pacífico e receptível.
É importante pontuar , de início, que a insanidade carcerária fere, sem dúvidas, a dignidade humana. Segundo a Organização da Nações Unidas, é dever do Estado fornecer infraestrutura e profissionais às penitenciárias. No entanto, no Brasil,o que se vê são seres humanos compartilhando espaço com animais, sob sol e chuva, propensos à doenças, sem atendimento médico e alimentação de qualidade. Dessa forma, ao invés da prisão servir para reabilitar o condenado o desumaniza, instigando-o à reinserção, isto é, praticar as mesmas delinquências antes cometidas quando voltar em liberdade.
Dessa maneira, levar a educação até os presídios é um avanço muito importante, por outro lado direcionar conhecimento à toda população pode tornar esse processo plausível. A problemática do sistema carcerário brasileiro, portanto, deve ser solucionada gradativamente. Sendo assim, o Governo deve investir dinheiro e abrir novos presídios, por analogia deve criar protocolos de segurança mais eficientes, fazer revisão dos presídios, e aumentar a assistência jurídica. Além disso, o Ministério da Educação, leve projetos educacionais para os presos, como o incentivo a leitura, conhecimento sobre filosofia e sociologia, afim de mudar essa situação.