Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
De acordo com Émile Durkheim, a sociedade é um corpo biológico com todas as partes interligadas, por isso, uma deficiência em uma região pode gerar malefícios em todo o sistema. Em analogia, o sistema carcerário brasileiro está com problemas constantes e não transformam os detentos para entrarem novamente na sociedade. Com base nisso, faz se necessário o trabalho do Estado para resolver esse opróbrio.
Em primeiro lugar, cabe ressaltar, a ausência de educação nas prisões brasileiras. Segundo Immanuel Kant, o homem é produto da educação. Nesse contexto, a maioria dos setenciados não tem a oportunidade de aprender a ressocialização de forma correta, cometendo crimes logo após sua saída da prisão. Visto isso, se nada for feito por meio do Governo, é provável que a situação irá piorar.
Por conseguinte, deve-se destacar a negligência com a infraestrutura das cadeias. Por certo, o sistema prisional nacional sofre com a superlotação de celas, falta de água potável, insegurança dos condenados e outros problemas, sendo um lugar impróprio para o desenvolvimento pessoal por falta de subsídio. Desse modo, o Estado precisa agir para efetivar a mudança intelectual dos detentos.
Em suma, medidas devem ser tomadas para melhorar o sistema carcerário brasileiro. Logo, o Governo deve investir em novas unidades prisionais para evitar a lotação, financiadas com verbas públicas, como também, é fundamental a presença de professores nesse ambiente, com atividades pedagógicas em suas aulas que ensinem a reinserção social adequada. Resolvendo esse e outros problemas, é certo afirmar que a sociedade brasileira será um corpo biológico harmônico conforme Durkheim.