Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
Na série de animação japonesa “JoJo´s Bizarre Adventure”, uma das protagonistas chamada Jolyne Kujo se envolve em um acidente de carro e que resultou em uma morte, Jolyne então é sentenciada a 15 anos de prisão e lá foi submetida a muitas coisas que não eram pra acontecer dentro de uma prisão, ao desenrolar da trama, descobre-se que todo o acidente foi armado para que ela fosse intencionalmente presa e nada tinha sido investigado pela polícia. Saindo da ficção, casos semelhantes são vistos e divulgados cotidianamente no Brasil, mostrando como que o sistema carcerário brasileiro possui muitas falhas e aberturas para que coisas assim acontecam constantemente.
A visão atual da sociedade brasileira era semelhante a uma visão niilista, em que os indivíduos eram punidos de formas não humanas para torná-los mais corretos e fortes. Da mesma forma, a superlotação e o preconceito tornam extremamente difícil para os presidiários se reintegrarem à vida social. Como todos sabemos, o atual sistema prisional é inerte à situação dos presos na prisão. Portanto, a cela ultrapassa a capacidade máxima do espaço. Por exemplo, na Paraíba, o presídio ultrapassou 116% da capacidade total de presos. Ainda relevante para essa questão é que as condições instáveis de saúde e higiene ainda são um cenário distante de uma vida plena para quem ali cumpre suas penas.
Além disso, o processo de reintegração de um ex-presidiário na vida social também foi eclipsado pela discriminação. Porque no panorama social brasileiro relacionado aos ex-detentos, é atribuído a ideais mahadianos e niilistas baseados na falta de virtudes humanas inerentes, tais como: “Este homem nasce má pessoa”; da mesma forma, a vontade de poder, uma delas torna-se exatamente quem ele quer ser, por exemplo: “Se ciclano quiser, ele se tornará uma pessoa melhor.” Criando um ambiente hostil para aqueles que procuram novas oportunidades de vida.
Levando em consideração todos os aspectos apresentados, o atual sistema prisional brasileiro contribui para a persistência da violência e a disseminação dos princípios do preconceito. Para solucionar esse problema, o Ministério da Justiça e Previdência Social não só aumentou a capacidade dos presídios, mas também criou espaços para a reinserção social dos presos, como estúdios de música e oficinas. Da mesma forma, o Ministério da Justiça e Previdência Social deve cooperar com o Ministério da Cultura na realização de campanhas para construir empatia e semelhança entre todas as pessoas.