Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

Os presídios brasileiros se encontram em situação de superlotação, tendo mais de 740 mil pessoas presas ou em prisão domiciliar. Assim tornando as condições desumanas, com pobre infraestrutura e falta de condições básicas, impedindo a evolução e reintegração dos detentos na sociedade. Dessa forma, é imprescindível superar esses desafios a fim de se alcançar um país, de fato, desenvolvido.

Nesse viés, é preciso considerar o descaso do poder público em relação às intituições penitenciárias, visto que diversas dessas não contam com necessidades higiênicas e muito menos programas de reeducação, os quais são de suma importância para o progresso social da nação. Apesar do número de presos nos quais estudam ter aumentado em 276%, segundo o Depen (Departamento Penitenciário Nacional), ainda é um programa pequeno. Assim, é salutar o investimento na área para que todos consigam as mesmas oportunidades.

Outrossim, são diversos os impasses para reintegrar tais indivíduos na sociedade, pois, para isso, é necessária também a construção de mais presídios, para que as condições de vida melhorem. Um exemplo que ilustra bem essa situação é o livro “Presos que menstruam” de Nana Queiroz, o qual evidencia a dificuldade de manter higiene básica dentro dos presídios. Análogo a isso, tais instituições precisam de mais investimentos, uma vez que, hoje, não estão em condições humanas.

Portanto, é imprescindível o auxílio da máquina pública na resolução do problema. Para isso, o Governo Federal investir mais em tecnologias educacionais, a fim de aumentar o número de presos que se reintegram na sociedade após cumprir pena. Além disso, cabe ao mesmo órgão financiar a construção de mais presídios, com o fito de resolver a superlotação. Com essas e outras medidas, será possível tornar o país cada vez mais desenvolvido.