Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
O sistema prisional brasileiro visa ressocializar, educar e punir seus crimes. O Estado assume a responsabilidade de rataliar os crimes e isolar o infrator para que ele possa refletir sobre seus atos sem influência externa. Por meio da prisão, os criminosos são privados de sua liberdade e não representam mais uma ameaça para a sociedade. No Brasil, existem 338 presos para cada 100 mil habitantes e, segundo dados do Conselho Nacional de Justiça, há cerca de 812 mil presos no país. Levando em consideração o grande número de prisioneiros, ficamos em terceiro lugar na prisão mais populosa do mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.
A falta de ocupação ou emprego dos presos é outro grande obstáculo ao sistema acima, pois o preso ocioso tem tempo para planejar sua conspiração criminosa, tornando a prisão uma base de comando para os presos, pois eles direcionam os crimes dentro e fora da prisão. Instalações, superlotação, situações de tortura e maus-tratos aumentam a violência. A solução é reduzir o número de detidos antes do julgamento. Preso indiscriminadamente e controlado violência com violência.
Além disso, essa superlotação está relacionada a uma série de fatores, como o aumento do número de prisões nos últimos anos, a demora no julgamento do caso pelo Judiciário e a negligência do Estado na implementação de medidas que facilitem as prisões e prisioneiros se reintegram à sociedade.
Contudo, é necessário reformar o sistema judicial para combater a lentidão da justiça e permitir que os presos obtenham as formas adequadas de defesa, como defensores públicos - nem todos os estados têm essa estrutura, e isso é ainda mais raro nas prisões. Outra proposta para melhorar o status quo do sistema prisional é combinar programas sociais com penas alternativas previstas em lei, com o objetivo de reduzir o número de presos presos, muitos dos quais conseguiram entrar no sistema semiaberto.