Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

O Brasil possui uma das cinco maiores populações carcerárias do mundo. Nossas unidades de detenção estão largadas, esquecidas, um descaso dos nossos governos passados e atuais. Os presídios brasileiros apresentam condições desumanas como: má infraestrutura, falta de condições higiênicas básicas, entre outros.

O sistema carcerário brasileiro está saturado, por isso todas as unidades do país estão lotadas, são cerca de 740 mil detentos em cadeias ou cumprindo sua pena em prisão domiciliar. Além disso o número de criminosos não para de crescer, resultando em um deficit de 270 mil vagas para detentos no Brasil, assim a superlotação transforma as cadeias em um lugar de condições não aceitáveis para um ser humano viver.

A autora do livro “Presos que menstruam” pesquisou sobre mulheres presas e as condições em que vivem, apresentando assim a negligência as condições higiênicas básicas dos presos brasileiros. De acordo com a jornalista Nana Queiroz, as presas vivem em condições pouco salubres, e ela descreve situações mais graves de detentas tais como aquelas com comorbidades ou grávidas que na maioria das vezes não recebem assistência médica adequada.

A condição nas quais os presídios brasileiros se encontram é precária. A superlotação das cadeias e o descaso com higiene básica além de outros problemas, fazem com que as cadeias sejam ambientes impróprios para a vivência de um ser humano. Para que haja uma melhora na ineficiência do sistema prisional brasileiro, o governo precisa aumentar o número de unidades carcerárias para diminuir a superlotação, e implantar medidas sanitárias rígidas visando o bem-estar e saúde dos encarcerados, além disso espera-se que essas mudanças possam auxiliar na recuperação dos presos para o convívio externo.