Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
No livro “Reminiscências das Prisões”, o escritor Graciliano Ramos - preso durante o novo regime estadual - relata o cotidiano de maus-tratos, a precariedade do saneamento e a falta de humanidade vivenciada nas prisões Caso. Embora não tenhamos vivido um período de opressão, o sistema prisional brasileiro ainda é um símbolo de tortura. Portanto, é necessário examinar tanto a forma de punição quanto as condições sociais da prisão para avaliar seu impacto na sociedade contemporânea.
Em primeiro lugar, é necessário analisar a infraestrutura precária na maioria das prisões, o que faz com que os presos lutem por todos os dias. Na verdade, a degradação das células e a falta de água potável e alimentos indicam que os direitos humanos são excluídos porque os incluídos são incluídos à margem do abandono. Além disso, essa situação contradiz a visão determinista do século 19, que sustentava que as pessoas são o resultado do meio ambiente. Nessa perspectiva, se o indivíduo continuar recebendo esse tratamento, não poderá mais retornar à sociedade e poderá cometer o crime novamente.
Outro problema atual é o aumento desordenado do número de presos nas prisões brasileiras, descobrindo em superlotação. Vale destacar que o surgimento anormal de gigantes urbanos não tem proporcionado boas condições socioeconômicas, levando ao crescimento de favelas urbanas e, portanto, levando à marginalização de grande parte da sociedade. Diante de condições desfavoráveis, nós optamos por seguir o caminho do crime, como tráfico, furto ou até assassinato.
Portanto, o governo precisa investir em lojas de rede para evitar a superlotação. Além disso, as atividades educacionais mediadas por organismos não governamentais devem ser exigidas para fornecer aos detidos oportunidades de se reintegrarem à sociedade. Portanto, pode garantir uma sociedade mais humana e as condições mais favoráveis para punir os criminosos.