Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
No livro utopia, do escritor thommas more, retrata a história de uma sociedade perfeita e padronizada. Entretanto, fora da visão literária a abordagem é utópica, visto que em nossa realidade existe desigualdades e dificuldades. O sistema carcerário brasileiro, é um dos impasses pra um país promissor e carrega vastas negligências com a vida dos prisioneiros agravando casos de doenças, mortes e superlotação. Dito isso, é necessário discutir sobre está problemática, destacando seus principais entraves: má infraestrutura e a negligência na higiene dos presídios.
Inicialmente, a falta de investimentos na estrutura dos presídios é o principal catalizador do problema, visto que a precariedade e a falta de espaço nos presídios causam a superlotação e aglomeração, sendo mais fácil a obtenção e difusão de doenças podendo evoluir para epidemias. O conforto e a privacidade dos presos são tirados. Segundo dados do Sistema Prisional em Números Brasil tem uma taxa de superlotação carcerária de 166%. São 729.949 presos, sendo que existem vagas em presídios para 437.912 pessoas. Dito isso percebe-se a falta de amparo e cuidado com vida de pessoas presas.
Outrossim, a negligência dos cuidados higiênicos e a falta de atenção médica, é outro fator que distende o problema. Com a precariedade dos presídios brasileiros, carrega um grande peso da falta de higiene e a falta de alerta sobre, e com a superlotação agrava doenças e epidemias fortes, principalmente a excassez de acompanhamento médico nos presídios que resulta em cada vez mais mortes. Na série espanhola Vis a vis retrata a vida de presas e como as doenças se espalham rapidamente e são tratadas corretamente sempre com acompanhamento médico e exames de rotina. Em contra partida, no Brasil não se pode ver o cuidado e nem a estrutura que tem-se em outras prisões pelo mundo.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a melhoramento da qualidade das prisões brasileiras, urge que Departamento Penitenciário Nacional juntos do Ministério da Saúde, crie, por meio do investimentos estatais, a maior destribuição de presídios em regiões longínquas e pontos estratégicos, para conter a superlotação e aglomeração, junto disso um projeto de acompanhamento médico sempre incentivando os presos a exame de rotina e tendo a maior fiscalização de higiene, para diminuir casos de doenças e epidemias carcerárias, oferecendo assim uma vida que os preisidiários tem o direito de ter. Dessa forma o Brasil terá uma sociedade mais justa e igualitária.