Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 03/10/2021
O sistema prisional brasileiro passa por grandes negligências apesar de obterem leis e benefícios públicos a seu favor. Segundo dados divulgados em 2014 pelo levantamento nacional de informações penitenciárias (INFOPEN), o Brasil chegou a marca de 607,7 mil presos. Sob outro ângulo é evidente que a superlotação é um dos fatores limitantes que corrompem a integridade do aprisionado.
Conforme o pensamento Darwiniano apenas os seres mais aptos sobrevivem ao meio. Nessa engrenagem capitalista os mais pobres são os menos adaptados e por isso são fragilizados. A situação dos presídios é singular, 40% dos presos brasileiros nem foram sentenciados enumerando que não há defensores públicos suficientes para atenuar a demanda. Contudo, quem não tem recursos financeiros para solicitar um advogado acaba purgando atrás das notas.
Destarte é válido saliente, que a segurança de um detento é negativo, tendo como triste exemplo o massacre do Carandiru que matou aproximadamente 111 detentos. Ademais, mesmo com a baixa qualidade do sistema carcerário isso tudo sai extremamente caro. O custo de um preso é de $ 1.600 por mês, considerando que além das dificuldades terem continua progressão, não se há presciência do término de tal modalidade. Portanto, medidas são necessárias para reversão de tal contexto.
É imprescindível que o Ministério da Justiça em companhia com a Segurança Pública, aprimorem prisões pequenas e seguras próximas como comunidades em que os detentos tem laço, afim de proporcionar melhorias na segurança e relações positivas na recuperação do presidiário, além de aplicar investimentos em defensores públicos que aligeirem os processos. Somente assim, tirando como pedras do meio do caminho, construir-se-á um Brasil mais complacente.