Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 03/10/2021

Sistema carcerário brasileiro

Em um país onde existem apenas um terço do número de defensores públicos necessários para suprir a demanda de pessoas que não tem dinheiro para pagar um advogado, é muito fácil ser preso sem ser condenado, e é o que acontece com 40% dos presos no Brasil.

Sendo os principais delitos: tráfico de drogas (28%), roubo (25%), e furto (13%), por falta de eficácia do sistema prisional, que não cumpre seu papel de reabilitação dos detentos, faz com que 70% desses voltem a cometer crimes depois de serem soltos.

Com um alto índice de criminalidade, e sem presídios suficientes, uma cela construída para acomodar 8 pessoas, acomoda em média 13, com condições precárias de saúde, e verdadeiramente sub-humanas. Exercer trabalhos dentro do complexo penal, é uma boa solução para que haja a desoneração por parte do Estado sob o preso, que custa diretamente 1.600 reais por mês, e que é aproximadamente 30% mais do que um salário mínimo, isso sem falar nos custos indiretos, que elevariam significativamente esse número.

A privatização do sistema prisional é uma outra alternativa que se mostrou extremamente eficiente em países desenvolvidos. Essa é uma opção que possibilita não só uma melhor reeducação dos presos, mas também a diminuição de custos, e assim uma solução mais justa e eficaz.