Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 05/10/2021
Desde a formação da sociedade, encarceirados são submetidos a condições deploraveis de vida. Ao cometer um crime, perdem todos os direitos humanos consedidos a qualquer cidadão livre. Além disso, não tem acesso a alimentação balanceada e higiene básica necessaria. O sistema carcerário brasileiro é extremamente falho. Por conta de leis com duplo sentido e regras demasiada vagas, as necessidades de presos não são atendidas. Em um país como o Brasil, com 607 mil presos, a superlotação e a falta de recursos financeiros oferecidos a presídios é inegável.
Em 2019, o número de presos no Brasil aumentou e apenas 12% dos recursos do fundo penitenciário foram usados. Tornando as 22 mil vagas supostamente criadas em 6300. Isto é, a lotação das cárceres foi extrema e os recursos fornecidos foram menores. Sem recursos financeiros para a melhora da qualidade de vida nos presídios, o sistemas de reeducação dos prisioneiros volta a ser o menor dos problemas para o governo. Entretanto, sem projetos como esse, o Brasil nunca deixará de ser o quarto país com o maior número de encarceirados do mundo.
A reeducação presidiária é a única forma de prisioneiros receberem uma segunda chance após o termino de suas sentenças. Países com um bom sistema educacional carcerário, tem o menor índice de crimisos que retornam a cadeia após o fim de sua sentensa. Sem o conhecimento necessario para seguirem um caminho diferente, muitos ex prisioneiros voltam a vida do crime por ser o caminho mais fácil e rápido ao dinheiro.
Portanto, o governo deve investir em recursos financeiros mais fortes no sistema carcerário brasileiro. Que, por meio de melhor organização de seus gastos, pode fornecer a prisioneiros uma melhor condição de vida encarceirada. Com mais investimentos, presidios podem diminuir a superlotação e aumentar recursos basicos como alimentação, higiene e a táo necessária reeducação.