Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 08/10/2021

Como todos sabemos, o sistema penitenciário brasileiro está em péssimo estado. Embora essa questão não seja nova, ela se tornou inaceitável no século 21, quando os direitos humanos são formalizados e a constituição é igual aos cidadãos. Como possíveis razões para essa realidade incluem: a distinção da justiça, a ineficiência do governante e o desejo de vingança na sociedadeDe acordo com as observações, como prisões estaduais apresentam grandes diferenças devido às diferentes situações financeiras dos criminosos. Como poucas pessoas que podem gastar dinheiro para contratar vários advogados de alta qualidade dificilmente será presas. Se forem presas, serão presas generosamente como o famoso Bangu 8. Ao comparar a duração do julgamento dos réus, o sistema judiciário pode observar esse recurso. Varia de algumas horas para a pessoa mais pobre a meses ou anos para a pessoa mais rica. Ao lidar com questões prisionais complexas, também é importante questionar as habilidades dos gestores públicos. Não há um esforço político evidente para formular ações de reintegração dos presos à sociedade, muito menos garantir a saúde do presídio e condições mínimas de trabalho para os carcereiros e demais funcionários da área. Os resultados desses fracassos se manifestam em rebeliões violentas, como a rebelião marcada pelo nome de Kalandiru na história do país.

Além disso, a atitude da sociedade civil em relação ao tratamento dos criminosos, como um tribunal separado, costumava condenar sem considerar como provas, o que é questionável. A violência contra os réus ao preconceito contra ex-criminosos, como ações das pessoas muitas vezes interferem na recuperação e reintegração dessas pessoas na sociedade. Não é difícil constatar que existem narrativas ou mesmo questionamentos sobre os muitos direitos que dizem que as pessoas terão na prisão.

Portanto, é compreensível que o sistema prisional esteja em ruínas e seja mais emocionante do que o combate ao crime no Brasil. Como possível atitude atenuante, pode-se destacar os julgamentos cegos, caso em que um ou mais juízes não entendem as características físicas ou financeiras do acusado de cometer crime hediondo, além dos incentivos para trabalhar na prisão, integram ex-presidiários no mercado social e promover iniciativas como as prisões sem polícia (PSP), que se mostraram mais eficazes na reabilitação de presidiários