Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 02/09/2017
O sistema carcerário brasileiro apresenta péssimas condições de higiene, relatos de maus tratos e falta de humanidade na rotina carcerária. Em 2017, tiveram rebeliões e brigas entre facções que chocaram a população, colocando em pauta a ineficácia do sistema prisional. Desse modo, problemas como a superlotação e a má infraestrutura; assim como, o planejamento para inserção de presos na sociedade devem ser discutidos.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que os presídios brasileiros estão operando com capacidades superior ao permitido, com dificuldade de manter a preservação da integridade de cada preso. Uma parcela dos presos ainda não foram condenados e também não tem acesso a defensores públicos, revelando a ineficiência do processo prisional. Além disso, o crescimento desordenado das cidades influencia na superlotação, pois culmina no aumento do tráfico de drogas, roubos devido ao crescimento da desigual da sociedade.
Dessa forma, a má infraestrutura nas cadeias ocasiona problemas graves, como a falta de higiene, alimentação básica e precária, assistência médica. Assim, os presos são comparados com animais, em que o sistema de ambição e busca pelo poder estão acima da dignidade humana. Logo, esses indivíduos são postos à margem do descaso.
Por sua vez, é necessário um planejamento de inserção dos apenados na sociedade. Aumentar as opções de trabalho e estudo nos presídios são eficazes para combater a reincidência no crime. Seguindo essa dinâmica tem uma melhor perspectiva de um futuro fora da criminalidade, sendo aceito pela sociedade.
Portanto, fica claro, que o sistema carcerário brasileiro é uma grande problema social a ser resolvido. É necessário, que o governo reforme as atuais unidades prisionais e que ordene a separação por periculosidade, diminuindo a entrada de novos membros nas escalas do crime. Também é fundamental que o ministério da educação amplie o conhecimento dos presos. Com isso, pode se obter um sistema prisional eficiente.