Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 25/08/2017
O sistema carcerário brasileiro se encontra muito fragilizado pode-se dizer que, os presos estão entregues à morte. Em decorrência da maneira em que vivem, celas superlotadas, a falta de higiene também é um dos fatores preocupantes. Percebe-se que o sistema ainda é medieval, pois os deixam em local insalubre, impossível de habitar. A deficiência em que se encontram a maioria dos presídios é consequência da péssima gestão e a falta de logística por parte do Estado e do judiciário. Visto que, dos mais de 600 mil presos, 240 mil são presos provisórios, ou seja, estão aguardando julgamento e muitos deles cometeram crimes sem gravidade (informação segundo a Carta Capital). Outra razão que corrobora com o encarceramento em massa é a não ressocialização enquanto preso, pois segundo a Folha de São Paulo 70% são os reincidentes. O problema relacionado à higiene também é terrível porque há esgoto nas celas, mofos, ratos, o que deixa o condenado vulnerável a doenças como pneumonia, doenças de pele entre outras. Diante disso eles não recebem auxílio algum, além deles serem afetados as famílias dos mesmos também se encontram na linha de perigo, logo, a sociedade também está suscetível. Portanto, diante dessa barbárie de superlotação e falta de higiene que esse povo enfrenta, medidas se tornam emergenciais. O primeiro passo para a superlotação é direcionado ao Estado e a Justiça, pois necessitam diminuir o numero de presos provisórios, tendo esse até 72 horas para serem julgados e dessa forma diminuir o conflito. A ressocialização também é urgente, cabe ao Estado adotar um modelo de humanização chamado, Associação de Proteção e Assistência aos Condenados - APAC que tem por objetivo promover recuperação do preso, deixando-o pronto para retornar à sociedade. O Governo deve contratar pessoas apropriadas para resolver problemas de esgoto e de paredes mofadas. Os condenados também participam, fazem um mutirão para limpar o presídio. É importante também que o Estado disponibilize médicos para atender aos presidiários, devendo ser feito a cada 15 dias. Fazendo com que o estar no presídio seja amenizado.