Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 06/09/2017
É indubitável que o sistema carcerário atual é constante alvo de opressões e configurações inferiorizantes no Brasil. Desde a época do massacre do Carandiru quando presos devido a grande lotação duelaram-se um contra os outros e por conseguinte, acabaram sendo mortos pela Polícia Militar o impasse persiste. Pôde-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam essa questão de ser resolvida.
A violência nos presídios é notório diariamente nos dias atuais, visto que as celas estão lotadas e isso contribuí para que desentendimentos aconteçam, ocasionando conflitos constantemente. A falta de higiene, de infraestrutura adequada e de organização impossibilita a reintegração entre os indivíduos presos, além disso as mulheres detentas também enfrentam sérios problemas nas penitenciárias, pois há mulheres grávidas que não recebem os auxílios necessários e a limpeza de si próprio devida.
Ademais, doenças devido a falta de faxina nas cadeias e de higiene pessoal nos presos surgem e causam graves enfermidades nos detentos como: Dermatos e infecções nas regiões intimas, ferindo assim os Direitos Humanos, visto que condições como essas são desumanas independentemente do ato prisional do indivíduo.
A Biologia nos mostra com Darwin que nem sempre é o mais forte quem sobrevive, mas aquele que melhor se adapta a novas situações, ou seja, em um sistema carcerário apesar das atrocidades que alguns detentos cometem a adaptação com cuidados e ensinamentos é essencial para que os presos possam se reintegrar perante a sociedade.
Convém, portanto, ao Poder Público em conjunto com o Ministério da Educação promover o ensino desde o Fundamental, Médio até o Superior nas penitenciarias brasileiras, para que os presos consigam melhorar suas atitudes na sociedade. Ademais, a Secretária de Saúde deve ir até as cadeias para examinar os detentos e fiscalizar os procedimentos higiênicos para que não haja doenças. A organização por parte do Estado nas cadeias é essencial para que não haja lotações nos carceres brasileiros.