Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 10/09/2017
Carandiru. Eis o filme que relata a vida dos presos em uma cadeia com superlotação. Fora da ficção, a realidade é parecida, pois apresenta problema tais: a competição e a hierarquia entre os detentos e a falta de investimento do Estado. Dessa maneira, é necessário mais do que um belo discurso para resolver essa mazela.
Primeiramente, é indubitável que a superlotação nas cadeiras gera o poder paralelo. Tal situação ocorre devido as competições as quais são realizadas por espaço e alimento, o que faz ocasionar briga e existindo uma hierarquia de poder entre os presos. De maneira análoga, esse aspecto pode ser comparado com o ideário do biólogo Darwin, em que a seleção natural escolhe o mais adaptado ou influente para sobreviver. Assim, enquanto não houver uma constatação mais difundida sobre esse assunto, essa hierarquia dentro do sistema penitenciário se proliferar por gerações.
É elementar pontuar,também, que a problemática da superlotação nas cadeias advém de diversos precedentes, dentre eles a ausência de investimento do Governo. Isso se dá, pela manutenção do poder público em investir pouco em criações de novas prisões o que contribui para que os presos possuam condições insalubres em sua tragetória da pena. Prova disso, é o dado divulgado pelo Conselho Nacional do Ministério Público em que uma cadeia suporta cerca de 5.500 detentos e a maioria possui o dobro de indivíduos. Destarte, evidencia-se uma participação do Estado em melhorar esse cenário de carácter retrógrado.
Fica claro, portanto, que medidas são necessárias para combater os impasses. O Departamento Penitenciário Nacional deve fazer uma reformulação nas cadeias brasileira com objetivo de dividir os penitenciários de acordo com o seu grau de crime para acabar com o poder paralelo. Além disso, a mídia com parceria com a população devem caminhar juntas para acabar com esse mal em que a primeira deve usar seus recúrsos midiáticos como novelas,campanhas e jornais com o intuito de denunciar os casos e o segundo por fim, pode fazer manifestação pacifica em prol de chamar atenção dos governantes para os quais possam ampliarem os números de prisões e o problema ser sanado.