Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 15/09/2017
Crise se vence com ressocialização educacional
A crise carcerária brasileira demonstra o elevado descaso que a segurança pública vem sofrendo atualmente. No brasil criou-se uma mentalidade de remediar, em vez de tratar o problema pela sua raiz, ou seja, é preferível punir os transgressores de que investir em educação de qualidade para que os cidadãos não caiam no mundo da criminalidade.
Possuindo a quarta maior população carcerária do mundo o sistema carcerário brasileiro mostra-se incapaz de operar com eficácia, os quase 700.000 detentos são privados da maioria de seus direitos constitucionais, não apenas da liberdade como dispõe a constituição federal. Em meio a desordem dos presídios as facções criminosas ganham terreno fértil em consonância com os barbárie “massacres”.O ocorrido em Manaus, que ceifou a vida de 60 presos mostram o lado obscuro dos presídios, o lugar que deveria ser palco do processo de ressocialização dos detentos vira cenas de guerras primitivas.
Atribui-se grande parte da problemática carcerária ao fato da inexistência de ministério de segurança publica, que por sua vez culmina em falta de poder para agir em favor da melhoria do deflagado sistema carcerário, junta-se a isso o despreparo dos agentes prisionais e a super lotação, a favor dessas falhas a falta de defensores público evidência outro ângulo da delicada situação prisional.
É indubitável que se crie o ministério de segurança pública, como medida de frenagem da violência nos presídios, a criação ministério viabilizará um melhor controle e distribuição de verbas que juntamente com as secretárias estaduais de segurança chegaram aos detentos , sendo refletidas em politicas voltadas para a ressocialização dos detentos através da educação, cursos profissionalizantes ensino técnico, desta forma os ex-presidiários terão condições para se reinserirem na sociedade, ficando menos propensos à voltar para a criminalidade, a educação é capaz colocar o detento no mundo da dignidade.