Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 23/09/2017
Segundo o filósofo Immanuel Kant, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Deste modo, pode-se dizer que a principal importância de oferecer uma educação docente ou profissional aos presos seria, formá-los para ingressá-los em uma sociedade mais justa e igualitária.
Em países como a Austrália, Noruega e Suíça, os presos coexistem de forma pacífica, onde por meio de associações e ONG’s, eles trabalham, estudam e realizam atividades para uma futura adaptação pós-liberdade, onde de certa forma, facilita na sua ressocialização.
Já no Brasil, essa realidade se contradiz, visto que, o país se depara com o descaso nas penitências, o que acaba carecendo na segurança, no espaço devido as superlotações e nas condições enquanto higiene e formas de inserção em sociedade.
Isso, de certa forma, prejudica os detidos na sua ressocialização tanto para aqueles que querem ingressar no mercado de trabalho, como na comunidade ou na educação, como é o caso de muitos jovens que são detidos sem terminar o ensino médio ou um ensino superior.
Em virtude do que foi mencionado, faz-se necessário que, o sistema político invista no aumento da extensão de cadeias, para evitar as superlotações, e revigorem as leis já existentes - como a Lei da Execução Penal -, cabe também, as ONG’s e associações interferirem na inserção de pedagogos para a educação com os presidiários, estes podem proporcionar cursos que os profissionalizem, ajudando assim, no mercado de trabalho e, a própria família dos detentos, ajudar nas mudanças que estiverem ocorrendo em suas vidas, dessa forma, podem ajudar na reabilitação social pós-liberdade.