Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 02/10/2017

Descasos, mortes e rebeliões fazem parte do cotidiano de grande parte dos sistemas carcerários brasileiros. O número de presidiários no Brasil cresce ao longo dos anos, dificultando as condições estruturais. Nesse sentido, com o crescimento em massa dos presidiários, são notórios obstáculos que podem trazer problemas ao mesmo.

O  Brasil tem a quarta maior população carcerária do mundo. Visto que grande parte dos presidiários são homens, eles enfrentam realidades desagradáveis, como a má divisão das celas que geram superlotações, pois essa aglomeração põe em risco a saúde física e mental do preso. Ademais, a falta de assistência aliada as condições higiênicas e alimentares, são responsáveis por tornar o presidio um local de rebeliões.

O tratamento cruel e degradante é ilegal no Brasil, pois a perda da liberdade é a maior punição que um individuo pode sofrer. Contudo, é necessário oferecer condições dignas de estadia, alimentação, higiene e saúde, para que o individuo sinta-se estável e não se revolte com determinadas irregularidades. O acompanhamento médico e psicológico é fundamental para equilibrar determinados problemas de saúde.

Sendo assim, é necessário que tais problemas sejam solucionados em caráter de urgência. Para isso, é indispensável o apoio do Governo e da Defensoria Pública,  ampliando os presídios e reduzindo o número de presidiários nas celas, separando os mesmo por taxa de reincidências, para que haja uma estrutura digna. Além disso, outra saída são os Órgãos Públicos disponibilizarem condições de terapias ocupacionais e profissionalizantes, acompanhados por psicólogos. Dessa forma, esse fator será gradativamente equilibrado.