Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 09/10/2017

Originalmente as prisões foram criadas para atender as necessidades sociais de punição e proteção. Entretanto, tem se utilizado o sistema prisional brasieliro, para servir à propósitos muito diferentes dos originalmente visados.Por conseguinte, a  falácia desse, seguido de uma superlotação nos carceres, em condições desumanas, apresenta no século XXI políticas de encarceramento ineficaz.

A população carcerária brasileira, segundo relatório do DEPEN (Departamento Penitenciário Nacional) compõe se de 93,4% de homens e 6,6% de mulheres, em geral são de jovens com idade entre 18 e 29 anos.A  taxa de reincidência criminal, se situa em torno de 70%, visto que não há reeducação. Assim, quando o preso sai da cadeia, esse  apresenta mais perigoso, embrutecido e, obviamente, sem nenhuma condição de acesso ao mercado de trabalho.

Outro fator é a lentidão e a ineficiência da Justiça agrava a superlotação dos presídios. Assim,celas lotadas, falta de condições sanitárias, entre outros problemas, contribuem para a violência interna e o crescimento das facções criminosas, ao facilitar o contato entre presos perigosos e os detidos por delitos leves, em vez de proporcionar sua recuperação para a sociedade.. De maneira que o fracasso absoluto do Estado nesse sentido viola os direitos dos presos e é um presente nas mãos das facções criminosas, que usam as prisões para recrutar seus integrantes. Essa, pode levar a brigas entre facções rivais, como o corrido no Complexo Penitenciário Anísio Jobim, contribuindo para a falácia das prisões no país.

De modo a reverter, esse cenário  de super lotação nos cárceres brasileiro,urge a necessidade do Estado implantar cursos profissionalizantes dentro dos presídios. Esses ministrado por profissíonais capacitados,de modo a preparar o detento para se reingressar na sociedade e no mercado de trabalho após sua libertade, evitando assim, sua reicidência apontada  como um dos  maiores problemas  da crise penitênciaria.Também cursos de capacitção para a Gestão ineficaz atuante  .