Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 12/10/2017
Violência, mortes, fugas. São constantes que o sistema carcerário brasileiro enfrenta frequentemente em todo o país. Tudo isso gera um grande debate na sociedade em que vivemos, onde todos procuram respostas e soluções para pôr fim aos devidos problemas, como saúde e higiene, brutalidade e espaço em cadeias.
Na atualidade, o país vive uma crise carcerária que afeta milhares de presos, e consequentemente, suas famílias. As condições de saúde e higiene dentro de uma cela são precárias. Doenças como HIV e tuberculose se proliferam com uma rapidez incontrolável, levando diversos detentos à óbito pela falta de recursos financeiros e hospitalares. Além de animais como baratas e ratos, circulam dentre os mesmos, facilitando o adoecimento das pessoas.
A violência nas penitenciárias também é um assunto relevante. Acontecem massacres onde centenas de presos são mortos brutalmente, e muitas vezes não são culpados ou não participam dos grupos organizadores destes atos de rebeldia, como aconteceu em Manaus neste ano, onde 53 pessoas foram mortas, e aproximadamente 130 detentos estão foragidos.
Outro fator que prejudica o sistema é o superlotamento das cadeias, onde o número de infratores chega ser o triplo do permitido em algumas delas. Com isso, não há funcionários suficientes para vigilância do local, se tornando restrito e facilitando a fuga dos prisoneiros.
Por tanto, para aliviar os fatos é indispensável que o Estado disponibilize recursos financeiros para a contratação de profissionais da saúde para controlar as doenças existentes nas penitenciárias, além de uma equipe de limpeza e inseticidas para combater as pragas, e de vigilantes para dar fim à violência. Há necessidade também de inclusão social dos presos, os dando acesso a projetos culturais e esportivos, além de palestras motivadoras a usuários de drogas e assassinos, incentivando-os a fazer o bem.