Stalkear: quando é considerado crime?

Enviada em 24/08/2023

Segundo o filósofo alemão Hans Jones, o ser deve agir de modo a preparar o ambiente para gerações futuras. Nesse contexto, depreende-se as atitudes tomadas pelos indivíduos como contrárias a ideia do mesmo, haja vista, o ato de stalkear como crime será um problema cada vez maior com o passar das gerações, não só devido a falta do conhecimento da legislação, como a demasia de perseguição e perturbação facilitadas pela rede social.

Com efeito, cabe destacar a exclusão generalizada de alertas relacionados à internet e as leis dentro do sistema educacional como fator proeminente a problemática em questão, sendo a escola um dos núcles de integraçã informacional. Sendo assim, o cidadão comum não entende o perigo de publicar seus dados pessoais no espaço virtual, os quais podem usar usados para fraude de identidade, podendo prejudicar sua segurança quando este fornece sua localização, favorecendo a perseguição, além de não saber quais artigos da constituição estão ao seu favor no momento de pedir ajuda, de acordo com jornal O Globo. Assim, é contestável, a estreita relaçaõ entre as lacunas na educação como impulsionadoras do réves em questão.

Além disso, a intrusão em série se tornou crime de pertubação da tranquilidade alheia porque ameaça a integridade física e psicológica do indivíduo, como uma ex policial presa, por perseguir e esfaquear o seu antigo namorado, segundo o G1. Sob essa lógica, o Imperativo Categórico de Kant, preconiza um ser, o qual, deve agir apenas segundo a máxima que gostaria de ver transformada em lei universal. No entanto, se tratando do stalkeamento há uma falha no dever moral quanto ao exercício de denúncia.

Depreende-se portanto, a adoção de medidas para conter o avanço desse impasse na conjuntura atual. Dessarte, com o intuito de dimunuir o desconhecimento da lei e a pertubação ocasionada por stalkear, necessita-se urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital para o intermédio do Ministério da Educação, revertendo em ações sociais nas instituições de ensino, passando informações de como utilizar a internet de forma segura e quando é necessário recorrer a justiça. Assim, realizando o proposto por Jones.