Stalking: o crime de perseguição no Brasil

Enviada em 10/02/2022

Com o surgimento da informática, na terceira fase da revolução industrial. E o avanço da tecnologoa na indústria 4.0, as redes sociais ficaram acessíveis a maior parte da população. O que gerou muitos benefícios, porém, os casos de perseguição aumentaram.

Atualmente, as pessoas ficam nas redes sociais 24 horas por dia, postam suas rotinas, lugares que visitam e diversas outras coisas. Esses posts podem gerar um interesse maior em certos indivíduos que ficarão obcecados. Como exemplo, há o caso da influenciadora Virginia, que em uma de suas viagens á trabalho foi importunada por fãs. Eles descobriram o hotel e o quarto, onde a mesma estava hospedada, e ficaram batendo na porta, até que acordaram a filha da influenciadora. Depois disso, Virginia foi aos stories do seu instagram bastante abalada com a situação.

Os stalkers criam diversas contas fakes e já possuem maneiras de não serem descobertos. Podem chegar ao nível de invadirem o aparelho eletrônico da vítima para conseguirem fotos, vídeos, conversas ou até a localização. Esse crime, ainda pode dar gatilho para outros, o que coloca a vítima ainda em mais perigo.

Com isso, cabe aos profissionais que desenvolvem os aplicativos a focarem mais na segurança, pedir mais dados na hora da criação de perfis e limitar a quantidade por aparelho. Além disso, a população pode previnir, deixando a localização do celular desligada e ligá-la somente durante o uso e ainda colocar senhas mais difíceis. Assim, dificultaria o criminoso, ajudando na diminuição da perseguição nas redes sociais.