Stalking: o crime de perseguição no Brasil
Enviada em 17/02/2022
Desde o início do século XXI, surgiram as redes sociais, ex: Facebook, Instagram, em que houve um exagero das pessoas que expõem seu dia a dia muito detalhadamente nesses aplicativos, como: para onde vão, que horas voltam, selfies em baladas, festas, passeios, viagens. Esse contexto proporcionou o fenômeno do Stalking: o crime de perseguição no Brasil, o qual aterroriza e intimida a vítima psicologicamente e fisicamente, causando um transtorno emocional.
A exibição detalhada da vida das pessoas em que, sem saber, passa todas sobre elas para o perseguidor, com isso, ele pesquisa e procura na internet mais algumas notícias para saber melhor a vida delas, ou seja, o que fazem, quem são, além do mais, o Stalking acaba interferindo na liberdade e na privacidade das vítimas.
Depois de sofrer uma perseguição, a pessoa fica traumatizada, depressiva, ferida emocionalmente e fisicamente e até com falta de apetite devido aos maus tratos do perseguidor, a violência contra a mulher, por exemplo. Com isso, a prevalência do Stalking varia entre 8% a 32% para mulheres e 2% a 13% para homens, segundo o ministério da Saúde.
Portanto, cabe ao Governo Federal e a Polícia Federal alertarem a população sobre o Stalking por meio de aplicativos, plataformas e ajuda às famílias, com o objetivo de inibir, localizar e bloquear o Stalking das redes sociais da vítima, alé disso, cabe ao Ministério da Educação demonstrar o perigo por meio de palestras nas escolas e divulgações televisivas, com o objetivo de denunciar o Stalking e fazer com que os familiares fiquem mais atentos às reações e manifestações de seus entes queridos e perseguidos, com a finalidade destes se sentirem protegidos e apoiados.