Stalking: o crime de perseguição no Brasil

Enviada em 14/06/2022

A webcomic coreana “Killing Stalking” retrata a vida de Bum, um menino que era apaixonado por um outro garoto super popular, Bum o seguia em todo lugar, fazia tudo que ele fazia e mandava muitas mensagens, sem sucesso, obviamente. Certo dia ele invadiu a casa desse menino, porém o amado era um serial killer psicopata. Na sociedade atual, o crime de ser um perseguidor é muito comum, mais do que se pensa e isso acarreta na saúde mental da vítima e a ameaça física também.

Primeiramente, uma pesquisa feita pela Agência Senado mostra que o índice de tentativas de contato, perseguição, filmagem e fotografia sem permissão somados, são 86,4% dos 205 entrevistados, sendo a maioria mulheres, e que 68,3% afirmaram ter sua saúde psicológica afetada. Normalmente esses crimes são cometidos via digital, como redes sociais principalmente.

Outro ponto é quando o perseguidor vai um pouco mais além, coisas como invasão à domicílio e agressão aparentam ser mais frequentes, um caso recente foi o de Molly McLaren uma adolescente americana que faceleu pois um stalker, que já fora seu namorado à matou. Um levantamento feito pelo Facebook em 2017 mostrou que 70% dos casos de “stalking” são para saber quem são os novos parceiros e que infelizmente na época eram 33% das mortes são de ex-parceiros que possuem ciúmes.

Portanto, diante dos assuntos mencionados, uma solução é necessária,mídias sociais junto de canais de comunicação devem alertar a população por meio de posts e notícias, enfatizando o problema de colocar endereço, número de telefone visíveis pois isso facilitaria que stalkers consigam informações suas mais facilmente. Ou outro meio, porém um pouco mais extremo seria deixar seu perfil visível “para amigos” e familiares, para que apenas pessoas que você conheça possam vê-lo. Assim deixaremos a história de “Killing Stalking” apenas no papel.