Stalking: o crime de perseguição no Brasil
Enviada em 14/06/2022
Em abril de 2022, foi encrementada uma lei incluída no código penal o crime de perseguição. Nessa perspectiva, torna-se visível que a busca pelas informções de alguém acaba sendo um fator excessívo e perigoso. Assim, vira de suma imprtância pensar no stalking (o crime de perseguição no Brasil), uma vez que acaba por afetar descaradamente a parte feminina da sociedade e a importancia que se deu a esse crime de forma demorada, trazem uma grande problemática dentro desse cenário.
A princípio, destaca-se a grande quantidade de vítmicas mulheres em relação a esse tema. Isso porque a maioria dos casos ocorre de parceiros ou ex-parceiros abusivos, prova disso recai que, de acordo com o jornal G1, 686 queixas foram feitas em São Paulo durante um mês quando a criminalização se deu em prática, sem contar na Bahia e Destrito Federal que possuem mais de 100 denúncias cada estado.
Em segunda instância, cabe ressaltar que a ação de Stalkear levou um tempo considerável para virar um crime. Isso se dá porque, antes da lei ser aprovada, quando alguém cometia esse crime, levava de 15 a um mês de prisão ou apenas era multado, fazendo com que a vítima se sentisse menos importânte. Sendo assim, torna-se de suma urgência reconhecer que esse processo pode trazer à tona um futuro mais seguro para todos.
Por conseguinte do crime de perseguição no Brasil, é dever do governo de segurança local proteger a su apopulação se atentando às queixas deste crime, podendo, em um futuro próximo, aumentar o tempo aprisionado dependendo do crime. Somente assim, a sociedade como um todo pode se sentir mais segura e livre durante seu cotidiano, pelo menos neste quesito.