Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 10/09/2019
No processo de colonização do Brasil, era tido como prioridade abastecer e gerar lucros para a metrópole, sem considerar as exigências básicas de sobrevivência da colônia. Nesse sentido, nota-se a histórica maléfica relação entre a subnutrição e a má distribuição de alimentos, a qual, por sua vez conta com a corroboração da perspectiva egocêntrica do capitalismo.
Em contraste, mesmo o país tendo uma das maiores produções agrícolas a nível mundial, a mesma é concentrada na produção para alimentos ao gado, e, não para alimentar a população. Tornando-se, visível a distorção gerada pelo sistema capitalista regente no Brasil, que faz, com que, exista uma preocupação elevada com o lucro e uma primaria com a humanidade. Transfigurando-se assim, percebível a demasiada importância do cidadão no combate a fome, por meio, da empatia e do trabalho voluntario.
Por conseguinte, as consequências da má distribuição de alimentos, são diversos e em casos extremos mortíferos, sendo necessário, destacar a fragilidade na saúde. Mostrando, deste modo, que a fome é tanto responsabilidade do governo e seus órgãos, quanto dos indivíduos que constituem a sociedade, e, como agentes podem intervir, questionar e agir em busca de uma comunidade mais justa para todos.
Portanto, com o objetivo de agir de forma direta, cabe, as ONGs humanitárias existentes no Brasil, em parceria com a comunidade em geral, promover uma refeição (como, almoço ou janta) as pessoas necessitadas. E, em adição, visando dar visibilidade a esta parcela da população, cabe, aos componentes destas ONGs divulgar estes atos, por meio dos canais de comunicação mais influentes do século 21, como a internet, para que, assim, mais pessoas possam ter consciência da má redistribuição de comida no país e possam então, tanto colaborar com estas entidades, quanto questionar ao Governo, por ações interventivas.