Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 12/09/2019
Desde o início da globalização, quando inicia a divisão de ricos e pobres em determinadas partes das cidades a divisão de comida, saneamento básico, educação, saúde, entre outros fora bem definida. Para os mais pobres, hão de existir os ultraprocessados, enquanto os mais ricos têm produtos orgânicos e de baixa caloria para consumo. Com a correria do dia a dia, os mais pobres hão de optar sempre pelas opções que tem pouco ou nenhum processo de preparação, mas também que contém baixo valor nutritivo. A divisão salarial também não hei de ajudar, sendo que alimentos de alta qualidade hão de ter um preço altíssimo.
As crianças pobres são educadas a comer o que lhes for oferecido, e muitas vezes os pais só tem condição de comprar ultraprocessados e alimentos pré-prontos, que causam uma alimentação com pobres valores energéticos, uma das causas da subnutrição. Também, em casos de extrema pobreza são comuns famílias que passam dias e noites sem qualquer tipo de comida, com empregos que requisitam enorme aproveitamento de energia. Nesses casos, onde há falta de nutrientes e extremo abuso de utilização da energia física, a desnutrição é quase certa.
A divisão salarial é extremamente injusta no país. Empregos com salários mais baixos recebem pouco ou nenhum benefício, enquanto os mais bem pagos recebem vários auxílios. Não existe maneira de que uma pessoa pobre consiga sustentar sua casa completamente sem o uso de benefícios como um vale-alimentação, tendo como base o fato de que as pessoas mais pobres têm, geralmente, mais filhos do que pessoas com melhor condição de vida.
Como solução, podemos citar o fornecimento de benefícios aos que realmente precisam, aqueles que tem menor salário e mais filhos para alimentar. Também o fornecimento de alimentos com alto valor nutritivo a um preço acessível para a camada mais pobre da sociedade, além de alarmes sobre as consequências que os ultraprocessados causam como base de uma alimentação diária.