Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 27/09/2019
No século XXI, especificamente nos países desenvolvidos, houve um aperfeiçoamento na agricultura; nomeada de Revolução Verde. Tal fato ampliou a produção de alimentos. Contudo, a elaboração demasiada de sustento não supriu a subnutrição dos países em desenvolvimento os quais carecem de políticas públicas, investimentos e tecnologias. Assim, a má distribuição do conhecimento científico e acesso aos alimentos causam a fome.
Sob esse viés, Segundo a FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, os países menos desenvolvidos são os que possuem maiores índices de subnutrição. Dessa maneira, a política é a principal causadora da fome, pois demonstra-se insuficiente em gerar empregos e renda o que ocasiona a pobreza. Consequentemente, o déficit de aquisição prejudica a economia nacional propiciando um ciclo vicioso. Por conseguinte, a impotência nos investimentos na área tecnológica restringe a dieta da população a qual encontra-se dependente de importações. Desse modo, a comida torna-se “produto de luxo” devido ao encarecimento durante o percurso. Isto significa que o aprimoramento da produção alimentícia nos países “de primeiro mundo” (os quais são os maiores responsáveis pelo desperdício) é frívolo ao não solucionar à subnutrição mundial.
Portanto, articulando os fatos apresentados conclui-se a evidente solução: é preciso que os países detentores de tecnologias agrícolas atuem na transferência/subsídios de conhecimentos científicos aos países em desenvolvimento. Além disso, é necessário uma logística que seja eficiente nas exportações com mútuos benefícios ao consumidor e produtor sem percas durante o percurso. Ademais, cabe a ONU em consonância aos diversos Governos intervir na subnutrição construindo políticas sustentáveis e desenvolvidas a todos, sem exceção.