Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 30/09/2019
Em meados de 1800, com a vinda da família real portuguesa, a população brasileira sofrera intensamente divergentes realidades proporcionadas por esta emigração. Bifurcações, como a fartura de alimentos servidos à corte, a desnutrição e a fome, eram fatores degradantes e segregacionistas que atingiam a maioria da população. Apesar de ter ocorrido há 200 anos, observa-se a cultura -inaceitável- do século XX, demonstradas no período atual, portanto, torna-se indubitável a relevância do debate sobre a subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos.
É preciso, inicialmente, salientar que a cultura brasileira é construída através de segregações e dicotomias, como os escravos e a nobreza. Essa ideologia, os hábitos e as rotinas foram transmitidos pelas gerações e, através da educação improcedente e estamental, beneficiavam -apenas- os indivíduos de “classe alta”, haja visto, o privilégio econômico para possuir melhores condições de educação. E, por conta disso, a nobreza apresentava farturas alimentícias e, ao mesmo tempo, grandes desperdícios dessas comidas, pois havia muito produtos a ser consumido para pouco consumidor, ao passo que, na civilização de renda baixa, os indivíduos sofriam pela falta desses alimentos essenciais, o que, também, a dicotomia entre a subnutrição e a fome, pelo viés do Filósofo Paulo Freire.
Decorrente desse pensamente, observa-se que a cultura é um fator importante para a transmissão de ideologias, infelizmente, não se repercute apenas o saudável para a sociedade, como a igualdade de recursos, mas também, a desarmonia do que tange à temática. Isso afirma, o Brasil, como ambiente subnutricional, tal qual, ao decorrer dos anos, estabeleceu o país como precursor dos -aproximadamente- 800 milhões de indivíduos mundial que são vilipendiados por essa realidade, de acordo com a OMS( Organização Mundial da Saúde). Entretanto, a nação brasileira, também, é colaboradora na taxa mundial de má administração alimentícia, pois o país apresenta, historicamente, uma realidade dividida por pela renda, o que dificulta a igualdade na região.
Logo, em virtude dos fatos mencionados, torna-se essencial criar a ideologia contrária à subnutrição e as suas relações de má coordenação. Desse modo, o Ministério da Justiça, com o poder monetário, investirá 30% (a mais que o capital já proposto), no setor de saúde e educação pública, que, ficarão encarregados de criar maiores fiscalizações, como a implementação de limites para um determinado local, baseado nos gastos e descartes, pois assim, criará menores desperdícios e regulamentações para melhorar a distribuição. E, também, desenvolverão atividades práticas e efetivas nas escolas, como momentos interativos, com o viés de repassar aos alunos o entendimentos necessário para beneficiar a maioria da população e repudiar a ideologia de mais de 200 anos.