Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos

Enviada em 12/11/2019

O filme produzido pela Netflix, “O menino que descobriu o vento”, retrata um período de seca no Malauí,  em que moradores de uma aldeia passam fome pela falta de água, para superar essa situação William, o protagonista da história, cria um moinho que ajuda na irrigação do plantio de seu pai, gerando alimento e renda para sua família. Baseando em um caso real, a produção cinematográfica exibe uma realidade miserável de muitos pobres. Nesse sentido, a má distribuição de alimentos, gera a subnutrição -grave problema- intensificado pela sobreposição de interesses individuais e pela insuficiência governamental.

Primordialmente, desde o período de colonização brasileira, o país tem a cultura da exportação, a maior parte do que era produzido no Brasil era exportado para outros países  parar gerar renda. Sendo assim, a ambição de uma minoria -os grandes produtores-, findou no cenário atual. Isto é, mesmo o território brasileiro sendo um dos maiores produtores mundiais,  a parcela pobre do país sofre com a fome.

Por conseguinte, embora exista programas como o “Fome Zero”, que visa por fim no problema da fome no Brasil, a subnutrição persiste. Diante disso, o Governo é ineficiente no combate a essa adversidade. Por isso, projetos como o Programa Nacional de Alimentação Escolar são de extrema importância, pois, além de gerar renda para pequenos produtores rurais promove acesso a uma alimentação de qualidade no ambiente escolar.

Diante do exposto, medidas são necessárias para sanar a problemática. Cabe ao Estado tomar iniciativas eficientes para uma melhor distribuição alimentar, por meio da restrição na quantidade de alimentos exportados do país, para rete-los e assim, permitir o acesso das minorias a uma alimentação de qualidade. Logo, a realização eficiente dessa medida, promoverá uma melhor distribuição de alimentos e consequentemente a subnutrição será sanada no território nacional.