Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 29/10/2019
World Food Summit de 1996, sediada em Roma e com a participação de 182 países, estabeleceu o objetivo de reduzir o número de pessoas desnutridas pela metade do nível do ano no máximo até 2015. A meta não foi atingida, uma vez que já mais de 515 milhões de pessoas em situação de fome no mundo, apesar de haver alimentos para suprir a demanda das 7,3 bilhões de pessoas que habitam a Terra, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação. Assim, nota-se a maléfica relação entre dentro lá desnutrição e na distribuição de alimentos, a qual decorre da perspectiva egocêntrica do capitalismo.
Primeiramente, diversas Conferências Mundiais foram realizadas para que esse problema seja resolvido, como Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). No entanto, a falta de ações governamentais para a extinção da fome estão presentes, o que ocasiona a morte de pessoas, mas em contrapartida, mais da metade da população brasileira está acima do peso, segundo o Ministério da Saúde. Tais condições ocorrem pela má distribuição de mantimentos e intensificam pelo desperdício de alimentos, alguns indivíduos não possuem comida para consumir e outros jogam fora. Dessa forma, as metas mundiais não são batidas, pois o descaso estatal e social existem.
Em segundo plano, durante a Colonização, o Brasil devia sempre abastecer e gerar lucro para a metrópole, sem considerar as exigências básicas da colônia. Desse modo, o favorecimento do mercado externo é evidente e se mantém até a atualidade. Isso ocorre pois, a fome é uma das mazelas do capitalismo, José Saramago disse que a sociedade vive no ter em detrimento do ser, o sistema capitalista de produção gera uma distorção, q preocupação excessiva com a lucratividade e a preocupação inicial com a humanidade. O Brasil é um dos países com a maior produção do mundo, mas é concentrada nos commodities, os produtos agrícolas de baixo valor agregado que são utilizados para alimentar o gado majoritariamente, e não a população, com vistas ao lucro.
Diante desse contexto, com o objetivo de combater a fome, cabe ao Ministério da Cidadania criar programas sociais eficazes que visem ao combate à fome, por meio da criação de restaurantes populares isentamos de taxas, os quais devem fornecer uma alimentação de restaurantes populares isentos de taxas, os quais devem fornecer uma alimentação valores nutricionais equilibrados. Outrossim, com o intuito de diminuir a perversidade intrínseca ao capitalismo e de possibilitar a compra de alimentos pelas classes mais baixas, o Ministério da Economia deve ampliar o poder de consumo das classes baixas, por intermédio da criação de programas de distribuição de renda, os quais devem, obrigatoriamente, transferir o valor arrecadado dos impostos das grandes empresas ao mais pobres.