Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos

Enviada em 26/01/2020

Os problemas relacionados à subnutrição e falta de acesso a alimentos no mundo ainda é um entrave global para o desenvolvimento da comunidade humana. Tomando causas, a fome ainda é responsável pela morte de indivíduos que se encontram em estado de vulnerabilidade social grave, como no continente africano, por exemplo, e fator principal da desnutrição, que afeta o desenvolvimento orgânico, psíquico e cidadão.

Analisando o cenário geopolítico do mundo, é notório encontrar locais que concentram características de pobreza extrema, que tem a principal relação com a má distribuição de alimentos. Em tais regiões, a escassez de investimentos governamentais, corroboram para a situação que vigora, como a falta de estímulo à implantação de empresas do ramo alimentício, possíveis geradores de emprego e renda, sendo estas, ferramentas essenciais para o contato desse tecido social como fontes de sustendo.

Ainda assim, com efeito a subnutrição está diretamente relacionada com o acesso aos mantimentos alimentícios contaminados e com a baixa capacidade nutricional destes. No contexto citado, a falta de saneamento básico é um fator para o consumo impróprio e a contração de doenças infecciosas como verminoses e parasitoses, a citar a enterobiose, ascaridíase e giardíase, que causam perda nutricional e debilidade física, além de diarreia e desidratação. Seguindo a lógica, na Idade Média, a epidemia da peste negra, se proliferou pelas condições impróprias de higiene, sendo a educação também, um caminho para mudar o cenário de subnutrição.

Logo, como para o Biólogo de origem alemã Ernst Mayr, em seu livro, Isto é biologia: a ciência do mundo vivo, definir vida é extremamente complexo, pois é algo abstrato, portanto, se faz necessária a sua preservação. Visando soluções, é preciso uma maior atenção dos Governos para erradicar a subnutrição no mundo, sendo função da ONU (Organização da Nações Unidas) e dos países desenvolvidos, promoverem ações nas regiões afetadas, com o intuito de disponibilizar alimentação, água potável e educação para as comunidades, por meio de doações e campanhas de arrecadação. Também deve haver a implantação de empresas do ramo alimentício, por intermédio de incentivo fiscal, com o objetivo de gerar renda, economia e cidadania.