Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 17/04/2020
Na obra de Thomas More, “Utopia”, é retratada uma sociedade perfeita, onde não havia conflitos ou guerra, além de todo indivíduo ter seus direitos assegurados. Entretanto, fora da ficção, tal conceito mostra-se ausente na conjuntura hodierna, pois uma grande parcela populacional vivencia precárias condições de vida, o que inclui a falta de acesso à alimentos de qualidade, por intermédio de uma desfavorável distribuição proporcional deste e a não priorização do asseamento básico. Nesse sentido, é mister encontrar subterfúgios para resolver essa inercial problemática. Precipuamente, é indubitável que a economia mundial possui a capacidade de produzir alimento o suficiente para todas as pessoas, contudo parte delas é desprovida de tal, devido ao descaso de transporta-los de maneira eficiente, impossibilitando o seu consumo igualitário para todos os habitantes. Outrossim, a moradia é um fator que influência a alimentação. Destarte, a constante higienização do local, englobando a promoção de água potável, drenagem urbana e coleta de resíduos, corrobora não apenas para a prevenção de doenças, mas, por conseguinte, evita a infecção dos mantimentos que serão aproveitados. Assim correspondendo à citação do filósofo grego Platão, " O importante não é viver mas viver bem". Portanto, medidas são necessárias para resolver os fatos elencados. A Receita Federal deve comprometer-se à construção de maiores redes rodoviárias e ferroviárias, mediante os impostos arrecadados, com o fito de facilitar o manuseio dos alimentos, garantindo seu destino. Ademais, o Ministério das Cidades poderia, de modo frequente, executar a salubridade em residências, por meio de tratamentos de esgoto e fornecendo água potável aos cidadãos, logo, resultando em palpáveis modos de viver e no desenvolvimento da população.