Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos

Enviada em 04/05/2020

Publicada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todas as pessoas o direito á alimentação e ao bem-estar social. Entretanto, a má distribuição de comida e renda impossibilita que essa população goze desse direito universal na prática. Dessa forma, esse imbróglio é causado pelas desigualdades sociais, bem como pela indadimplência gorvenamental.

Convém ressaltar, em primeira análise, os indivíduos que fazem parte dos estratos sociais mais baixos são os que mais sofrem com a subnutrição. Sob esse prisma, é pertinente citar a obra “Capitães da Areia” em que o escritor Jorge Amado, retrata a vida de um grupo de menores abandonados, vivendo em um trapiche, roubando para sobrevive. Nesse sentido, essa obra está ligada a realidade de muitos brasileiros, tendo em vista a má distribuição de renda, não tendo dinheiro nem para para comprar os alimentos essenciais para a dieta do ser humano. Logo, gera cidadãos com precária alimentação, por consequência, acaba apresentando doenças como raquitismo, escorbuto e muitas vezes a morte.

Faz-se, mister, ainda salientar a inoperância estatal como impulsionador do problema. Diante do exposto, segundo o Contrato Social - proposto pelo contratualista Jonh Locke -, cabe ao Estado fornecer medidas que garantam o bem-estar coletivo. Contudo, a falta de investimentos no que concerne ao saneamento básico, é percursor para que o caos da subnutrição persista. Por conseguinte, acomete a vida de milhares de cidadãos.

Infere-se, portanto, aliado ás esferas estadual e municipal, devem investir em políticas públicas e orientar a população, por intermédio de programas sociais - que visem ajudar a comunidade carente, com cestas básicas e rendas - , e levem a informação sobre a importância de cada alimento na dieta, respectivamente, com a finalidade de mitigar os danos advindos da subnutrição e a má distribuição de renda. Ademais, cabe ao Estado mobilizar a iniciativa privada e adotar medidas exequíveis, por meio de incentivo fiscais, em relação ao saneamento básico, com intuito de atenuar os transtornos provocado pela escassez de saneamento , como a subnutrição