Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 10/05/2020
Liberdade de escolha
O Brasil é o segundo maior exportador de alimentos do mundo segundo à ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), dentre os alimentos exportados está laticínios, com 10,5%, café, chá e cereais (10,2%) que abastece certa de 178 países, do total faturado cerca de 69% ficaram no mercado interno e a diferença foi exportada. Os dados impressionam, mas revela também que o país está despreparado quando o assunto é o transporte desses alimentos. No meio desse percurso o grande desafio é o combate ao desperdício, o que é um dos responsáveis pelo alto custo monetário desses alimentos até o consumidor final. Nesse sentido, fazer a opção por alimentos menos nutritivos é a opção mais cabível para as famílias de baixa renda.
Segundo a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) cerca de 13,4% das crianças menores de 5 anos são crianças indígenas apresenta a subnutrição e em número menor estás as crianças dos grandes centros urbanos. Às consequências da subnutrição pode ser devastadoras para essas crianças que poderá ter sequelas que vai desde a obesidade à problemas cognitivos.
Programa do Governo Federal, O Fome Zero que surgiu com o objetivo de que todo brasileiro tenha direito à alimentação saudável diariamente. Em conjunto surgiu o Bolsa Família que garante uma renda fixa às famílias de baixa renda, o que melhorou a vida de muitos brasileiros nos últimos 20 anos, mas não garantiu o acesso a informação de como deve-se melhorar o aproveitamento e gestão da renda.
Nesse sentido faz-se necessário o o apoio das esferas governamentais como União, Estados, Municípios, ONGs, Associação de Bairro promovam
campanhas de conscientização, cursos de gestão de alimentos, reaproveitamento e compra desses alimentos, com a finalidade de transformar a vida dos menos favorecido.
Uma sociedade consciente do seu papel é uma sociedade transformadora.