Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 09/05/2020
As diferenças entre as classes sociais em território brasílico é determinístico à fome. Pois o Brasil é rico em produção de café, cana de açúcar, laranja… Então, há uma má distribuição de alimentos, que é resultado de uma gestão política ruim e um egoísmo dos que mais têm.
Em primeiro lugar, a miséria é o ápice da solidão. Visto que, uma pessoa que está à morrer por falta de nutrientes, antes, ela está sozinha, invisível aos olhos de quem poderia ajuda-la. Logo, este ato egoísta de não dividir com os mais necessitados, torna as diferenças de classes um ponto crítico à escarces de fartura sobre as mesas do país. Como Madre Teresa de Calcutá disse: é importante irmos ao encontro de alguém, pois o alguém pode estar precisando de pão e amizade.
Em segundo lugar, o estado brasilense tem cerca de 200 milhões de habitantes, mas também, 5 milhões de desnutridos, segundo a Folha de S. Paulo. Portanto, os dados apontam, com muita exatidão, uma desordem ministerial. Porque estes 5 milhões não têm de onde tirar renda para comprar mantimentos e muito menos de onde tirar conhecimento para conseguir um emprego que dê a possibilidade de possuir aquilo que necessitam.
Em virtude dos fatos mencionados, as diferenças sociais e os governantes são os responsáveis pela falta na mesa de muitos. Destarte, o ministério da educação precisa distribuir cursos de graça seguido de oportunidade de estágio, assim os formados terão a oportunidade de, em seguida, se destacar na empresa e, possivelmente, ser contratado, mas também, cada cidadão precisa ter o discernimento para perceber a necessidade do próximo e ajudar. Por isso, os citadinos mais carentes serão olhados como residentes importantes e a pobreza será minimizada no território.