Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 19/06/2020
Barão Itararé, um jornalista, acreditava que os homens nasciam iguais e no dia seguinte já não eram mais. Considerando a taxa de subnutrição e má distribuição dos alimentos no Brasil, pode-se considerar uma reflexão válida. Visto que, a taxa de pobreza sobe a cada dia, já que a renda salarial não aumenta devido à concentração de capital. Assim, o capitalismo impulsiona esse problema, expandindo-se com a globalização.
Em primeiro lugar, o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, segundo o Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento. Visto que na nação há 13,5 milhões de pessoas vivendo na extrema pobreza, com apenas 145 reais mensais. Sendo assim, elas não conseguem alimentarem-se adequadamente, considerando que há outras necessidades básicas, como luz, água e moradia.
Portanto, o trabalho não é suficiente para a sobrevivência e alimentação. Isso porque o capitalismo enriquece os empresários, enquanto outros passam necessidades, visto que o 1% mais rico do Brasil, em 2015, detinha 27,8% da renda do país, segundo o World Wealth & Income Database. Sendo assim, ainda que as pessoas trabalhem mais e em vários empregos, não será o suficiente para que elas comprem uma variedade de alimentos e em quantidades adequadas.
Em vista dos dados mencionados, é mister de que medidas devem ser realizadas. Por isso, o Governo Federal, em conjunto da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, devem através do Programa Bolsa Família doar mais alimentos para as famílias necessitadas. Além disso, poderiam criar um novo projeto de arrecadação de alimentos para que a população com renda alta ajude a diminuir a taxa de subnutrição. Assim, diminuiria a taxa e as pessoas começariam a pensar de igual para igual, contrariando Barão de Itararé.