Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 31/08/2020
Assim como no filme de animação Ratatouille, em que a personagem principal, um rato, têm como objetivo achar comida que não fosse do lixo, para melhor aproveitar o consumo de seu alimento, com qualidade, no hodierno Brasil, compreende-se que, apesar dele ser um polo alimentício mundial, possuindo a capacidade de manter o própio país, uma parcela considerável da população não portam condição para adquirir alimentos de qualidade ou não conseguem nem se alimentar. Inferindo-se que, a má administração de recursos financeiros do Governo para a educação e planos sociais, gera uma população que, por não conseguir emprego, não se alimenta como deveria, comprometendo seu intelecto. Ao fim, diminuindo a quantidade de cidadãos contribuintes do desenvolvimento do país.
Em primeiro plano, vale ressaltar que o Governo brasileiro assinou o Pacto Internacional de Direitos Econômicos Sociais e Culturais em 1996. O pacto determina que o governo é responsabilizado por disponibilizar alimentos às pessoas que necessitam, tendo o objetivo de extinguir a fome e a destruição, sendo a alimentação também a água um direito básico do ser humano. Porém, apesar do pacto ter reduzido a quantidade existente de subnutrição, ainda no Brasil cerca de 15 milhões de pessoas passam por esse transtorno social, podendo aumentar a quantidade, devido à atual crise do Covid-19.
Ademais, é conveniente manifestar a disparidade social brasileira, ocorrida devido o crescente ciclo de pobreza. O processo organiza-se de modo que, a população periférica ao não conseguir se desenvolver biologicamente, incapacitada de conseguir os nutrientes necessários para manter a mente e o corpo (podendo desenvolver baixa imunidade, anemia, crescimento deficiente, entre outros), são dirigidas aos colégios, com pouca estrutura de aprendizagem, gerando um ciclo de desconhecimento para que seja passada de geração em geração, até que o problema seja solucionado.
Em suma, observa-se a subnutrição e a fome no Brasil, como consequência da estrutura social do país. Para evitar o aumento e quebrar esse ciclo que interfere na vida de muitas pessoas, cabe ao Ministério da Cidadania desenvolver um programa de cestas básicas semanais, para as pessoas de acordo com as necessidades nutricionais que às atingem. Caso precisem de mais comida, seria adicionados cartões de vale alimentação com quantias fixas ou variáveis de acordo com a dependência. O local para adquirir a cesta básica seria disponibilizada e organizada pelo Governo Federal. Então, para solucionar o impasse completamente, o Estado criaria leis de investimentos anuais altos para o ensino, melhorando não apenas o desenvolvimento físico e psicológico para os estudantes e da família, porém agrupando o povo ao desenvolvimento do país e do mundo, reestruturando também a sociedade que necessitaria de auxílio.