Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 01/09/2020
No mundo existe alimento em quantidade suficiente para que não haja fome, dado a eficiência e o crescimento dos meios de produção. Entretanto a má distribuição alimentícia ainda gera o mau da subnutrição em diversas partes do mundo, seja por incapacidade de transporte e armazenamento dos produtores e distribuidores como também pela falta de poder aquisitivo de certas populações para uma alimentação básica, o que normalmente é visto nas parcelas mais pobres da sociedade.
Primeiramente, é importante ressaltar que, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de 1,3 bilhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas por ano no mundo. Tal quantidade seria suficiente para nutrir a população em situação de fome, entretanto, iria contra a lei da oferta e da procura: a grande disponibilidade desses produtos reduziriam seus preços, diminuindo assim os lucros de grandes agricultores e empresas. Ademais, no Brasil, que é o segundo maior exportador de alimentos do mundo, de acordo com a FAO, cerca de 2,5% da população sofre com a fome, o que reafirma a tradição colonial do país de abastecer a “metrópole” enquanto a “colônia” sofre com suas necessidades negligenciadas.
Para que os malefícios causados pela má distribuição de alimentos no mundo Cabe ao Ministério da Cidadania criar campanhas de nutrição às pessoas necessitadas, por meio da criação de restaurantes comunitários que fornecem uma alimentação balanceada, supervisionada por nutricionistas, para assim retirar esses indivíduos da situação de subnutrição, e consequentemente, os oportunizar melhores condições de vida. Além disso, o Ministério da Economia deve estabelecer programas de redistribuição de rendas por meio de impostos arrecadados de empresas privadas e assim garantir o poder de compra da população carente.