Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos
Enviada em 21/09/2020
Situada no século XIX, a segunda revolução industrial, ampliou de forma radical a produção dos mais diversos produtos. Entre eles, a produção de alimentos, que ano após ano vem crescendo. Porém, apesar da alta produtividade, países Africanos e Latino Americanos, sofrem com grandes ondas de fome e subnutrição. Portanto, convém analisarmos os aspectos desse triste fenômeno.
Em primeiro ponto, vale destacar, as pesquisas realizadas pelo geografo Brasileiro Milton Santos nos anos 80. Onde destacava-se que mesmo naquela época, a fome se perpetuava por questões ligadas a má distribuição, pois é fato a existência de alimento suficiente para todos, o problema se apresentava na forma com que esse alimento era distribuído. Sendo assim, países de primeiro mundo gozam de uma quantia desnecessária de comida, já outros, carecem do básico para viver.
Em segundo ponto, cabe mencionar, que pesquisas realizadas pela ONU em 2013 e 2015, demonstra que a maior parcela das populações famintas do mundo pertencem a nações Africanas. Onde somente em Moçambique, 16% da população tem arroz e feijão para comer todos os dias. Uma situação extremamente precária para que qualquer país possa suportar em pleno século XXI.
Portanto, empresas de alimentos internacionais como a Friboi, devem fornecer gratuitamente uma quantia básica de 500 quilos de alimentos por ano a países carentes por meio de navios cargueiros ou helicópteros. Espera-se, com isso, uma diminuição no nível de subnutrição das populações famintas e uma elevação mediana na qualidade de vida dos locais.