Subnutrição e a sua relação com a má distribuição de alimentos

Enviada em 04/02/2021

Conforme o artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todo homem têm direito a um padrão de vida capaz de garantir a saúde e bem-estar de si mesmo e da sua família, incluindo alimentação. No entanto, essa prerrogativa parece não surtir efeito quando se analisa o contexto atual, visto que a subnutrição tem afetado constantemente a população e amplas geradas afetadas sobre a acentuação distribuição incorreta de alimentos pelo mundo, fato que requer uma atenção maior por parte da sociedade civil e do Poder Público.

A princípio, para falar sobre a subnutrição, é importante entender suas causas e, para isso, é fundamental destacar que a sociedade têm sido displicente em relação ao manuseio alimentício, uma vez que os têm gastado execessivamente em compras de alimentos, mas, em contrapartida, não têm consumido tudo. Esse fato, além de expressar um ato egoísta por parte da população, faz jus à lógica de Cazuza, segundo a qual “Eu sou egoísta demais para me incomodar com os outros”, uma vez que como pessoas, ao desperdiçarem comida, enfim, implicitamente ignorando áquelas pois quais não possuem o que comer, gerando, portanto, uma das causas da subnutrição.

Além disso, a falta de informes educativos os quais sejam capazes de conduzir à população a ter uma alimentação mais saudável é um dos maiores problemas relacionados à subnutrição, uma vez que muitas pessoas não possuem recursos para ter esse acesso, o que dificulta sua compressão sobre o desperdício alimentício. Esse fato demonstra uma displicência por parte do governo federal e exige uma atuação maior.

Portanto, um fim de mitigar esse cenário devastador de subnutrição, cabe ao Poder Público aumentar o número de informes educativos sobre a alimentação saudável, por meio da destinação de recursos orçamentários diretamente do Ministério da Educação para as escolas e faculdades, e até mesmo para campanhas publicitárias, em rádios, TVs e jornais, uma vez que essas ações podem favorecer positivamente a população a não estragar comida e também melhorar na dieta de cada pessoa. Ademais, as pessoas devem cumprir às suas partes, como, por exemplo, não desperdiçar comida e não comprar excessivamente, pois assim estará fazendo uso correto da comida, a fim de transformar a conjuntura atual desfavorável em um ambiente positivo.