Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 06/07/2020
Saúde e política
O uso dos antibióticos para a especie humana é fundamental para que haja a continuidade da espécie. Assim como foi a descoberta da Penicilina em 1928, usada para para combater infecções bacterianas. No brasil o uso da Penicilina é controlado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo prescrita somente sob a orientação médica. No entanto, é comum a prática da automedicação e o uso indiscriminado de antibióticos pela população.
Os principais motivos para a automedicação está ligada a falta de informação e a burocracia no sistema de saúde, o que contribuem para o fortalecimento da prática. Logo, essa prática é um desafio para a ciência uma vez que, o uso indiscriminado de antibióticos e a automedicação torna as bactérias que já existentes no corpo humano se torna mais resistente, o que compromete a eficácia do medicamento.
Segundo o Dr. Drauzio Varella, as vacinas têm como função estimular o sistema imune a produzir anticorpos, que têm como função proteger o organismo da invasão por bactérias e vírus responsáveis por causar doenças infecciosas.
Com tudo, à adesão ao calendário de vacina tem diminuído no Pais, o que pode trazer um surgimento de doenças já controlados no Brasil.
Inegavelmente, o calendário de vacina é a resposta mais imediata para o controle de muitas doenças, como Sarampo e mais recentemente a vacina da Gripe.
Dessa forma, é necessária a criação de um sistema menos burocrático, financiados por meio de arrecadação de impostos, doações de Instituições não Governamentais.
Logo, a ampliação do Sistema Único de Saúde (SUS) em parceria com instituições da rede particular de saúde, irá contribuir para desburocratizar o acesso da população a saúde aos menos favorecido. Uma sociedade com acesso ao serviço de saúde especializada é uma sociedade politizada.