Superbactérias: reflexo da automedicação?

Enviada em 05/07/2020

Diz pesquisa Datafolha, que quase 80% da população brasileira se automedicam (tomar remédios sem conscientização de algum médico). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) não encontrou nenhuma solução para acabar com esse problema, mas está tomando medidas, contratando um grupo farmacêutico exijam que os clientes tenham receitas para compra de qualquer remédio. A automedicação acarreta problemas como: uso descontrolados de remédios para emagrecer e tornar pessoas dependentes químicos.

Primordialmente, o Brasil é o país da América Latina que mais ingere remédio para emagrecer, segundo site da G1. Muitas pessoas tomam esses remédios sem a conscientização dos médicos, e isso pode causar: sensação de boca seca; ansiedade; depressão; prisão de ventre ou diarreia; alteração da frequência cardíaca; hipertensão pulmonar; Acidente Vascular Cerebral (AVC); enjoo; anemia; dependência química e efeito sanfona.

Ou seja, De acordo com a definição da Organização Mundial de Saúde, a dependência química é uma doença caracterizada pelo uso descontrolado de uma ou mais substâncias psicoativas, ou seja, que causam mudanças no estado mental da pessoa. Dessa forma, quem ingere remédios sem a conscientização dos médicos, pode acabar se tornando dependente químico, se viciando em tomar remédios sem saber se estar fazendo mal ou bem. Com isso, pode causar uma intoxicação por medicamentos, podendo levar à morte.

Diante dos aspectos apresentados, o Ministério da Saúde deveria fazer com que todas as farmácias exigissem receitas de qualquer tipo remédio recomendada por um médico. Desse modo, seria possível garantir que as pessoas parassem de auto se medicar. Só assim diminuiria os casos de  intoxicações de remédios e dependentes químicos.